Domingo, 18.04.10
As restrições impostas pelas condições econômicas e culturais ainda contribuem para que as mulheres identifiquem o casamento e a maternidade como seu principal meio de reconhecimento social. Apesar das modificações no âmbito familiar, provocadas, dentre outros aspectos, pela maior presença da mulher no mercado de trabalho, o espaço doméstico continua a ser considerado como predominantemente feminino. Em geral, espera-se que esta cuide dos filhos e da casa, sem questionar as dificuldades inerentes a essas funções. No próximo tópico, discute-se como a maternidade era muitas vezes sentida como um peso em função das responsabilidades que representa. Ao se tornarem mães, as mulheres podem ter dificuldade em reconhecer seus sentimentos ambivalentes em relação aos filhos e sua criação. Receiam ameaçar a imagem de "boa mãe", à qual esperam corresponder. Quando não cumprem tal expectativa, tendem a se culpar pelas dificuldades que os filhos apresentam durante seu desenvolvimento. Em geral, os sentimentos ambivalentes da mulher sobre a maternidade são considerados como problemáticas pessoais sem relação com o contexto social no qual ela está inserida. A pouca informação e a ausência de assistência podem ser percebidas pela mulher como uma realidade individual, com a qual precisa arcar sozinha. Na medida em que não se dá conta de que essa situação é comum a outras mulheres, que também carecem de suporte familiar e social, seu sofrimento tende a ser maior, o que pode contribuir para a ocorrência e agravamento de sentimentos categorizados na literatura médica como sintomas depressivos, a exemplo da culpa e da auto depreciação. Ao se casarem, diversas mulheres tinham de aprender por conta própria a criar os filhos. Sem assistência e inexperientes nessa tarefa, algumas se culpavam pela morte prematura deles. Noções culturais sobre a maternidade têm impacto sobre todas as mulheres, mesmo as que não tiveram filhos. Culturalmente consagrada na maternidade, à mulher vê-se impelida a realizar a maternagem de irmãos mais novos e sobrinhos. Assim, arca com as responsabilidades inerentes a esse papel, ainda que, muitas vezes, não haja um reconhecimento de seus esforços. É possível concluir que as funções que a mulher tradicionalmente desempenha não tendem a ser socialmente valorizadas. Entre as participantes, a aprendizagem de eventos relacionados ao feminino ocorreu sem o necessário esclarecimento e suporte às suas dúvidas. Na seção seguinte, as implicações desse quadro podem ser percebidas na relação conjugal. Um sentimento de fracasso por não conseguirem manter uma relação conjugal satisfatória. Atribui o término do casamento à sua exclusiva responsabilidade. A falta de êxito em atender às necessidades masculinas justificaria a traição e, conseqüentemente, a separação conjugal. Subjacente à auto depreciação descrita, encontra-se o que considera ser o papel de uma boa esposa: não questionar. Ao demonstrar seu incômodo face à traição, acreditava ter possibilitado a separação. Culpa-se por não ter sido o ideal de esposa que havia projetado ser durante sua infância. Após a separação, tem dificuldades em estabelecer outros projetos para si. Ressente por não ter conseguido manter o casamento e, portanto, fracassar como mulher. Acreditando que não tinha mais o que oferecer aos outros e, sobretudo, a si própria, não reconhece mais seu valor. Não sabe como buscar outros referenciais para si, além dos que recebeu como o de ser uma "esposa compreensiva". Há uma dificuldade concreta, imposta pela degeneração visual, e simbólica, de perceber outras possibilidades de significação de suas relações e projetos de vida. A autoridade masculina parece justificar que o marido utilizasse o que é denominado, segundo a OMS, como violência psicológica perpetrada por parceiro íntimo – intimidação, constante desvalorização, humilhação. Embora através de insultos e traições se veja depreciada como mulher, sente que não lhe resta outra opção a não ser submeter-se. Terminar o casamento implica que ela falhou em se conformar às exigências conjugais. A influência do modelo patriarcal sobre a família contribui para que as mulheres continuem a ser subjugadas pela dominação masculina, que é sentida sobre seu corpo. É na materialidade do corpo das mulheres que todos os poderes e desprazeres se cruzam. A dominação sobre o corpo tende a ser percebida como uma expropriação pelas vítimas da violência conjugal. Com a expropriação do corpo, a ocorrência de sentimentos como a humilhação tende a contribuir para que a mulher apresente uma baixa auto-estima. Isto favorece a constituição de sintomas depressivos em etapas posteriores da vida. Uma das formas mais comuns de violência contra as mulheres é a praticada por parceiro íntimo (OMS, 2002). O fato de as mulheres, em geral, encontrarem-se emocionalmente envolvidas com os parceiros que as vitimizam e dos quais dependem economicamente, tem grandes implicações sobre a dinâmica do abuso, o qual pode ser: físico, sexual e psicológico. A OMS indicou que, apesar dos estudos sobre a violência de gênero se concentrar no abuso físico, para muitas mulheres o abuso psicológico é ainda mais intolerável. As justificativas culturais para a violência conjugal geralmente decorrem de noções tradicionais sobre os papéis característicos de homens e mulheres. Estas noções estabelecem que as mulheres devam cuidar dos filhos e de seus lares, mostrando obediência aos maridos. Se um homem considerar que a mulher não cumpriu seu papel ou ultrapassou os limites, pode utilizar a violência como resposta (OMS, 2002). A mulher fica, assim, exposta a uma situação de violência perpetrada por uma das pessoas que lhe é mais cara em seu ambiente familiar e em sua vida. A ambigüidade é configurada quando o parceiro, que supostamente deveria zelar pelo seu bem-estar, é quem a mantém subjugada física, psicológica e sexualmente. A violência conjugal, fato presente na vida de muitas mulheres retira não só seu direito enquanto cidadãs – como o direito de ir e vir – mas o domínio sobre o seu próprio corpo. Com a expropriação do corpo, muitas se calam face à violência sofrida pelo receio de que a denúncia abale o equilíbrio familiar, o que contribui para a manutenção das agressões. Este silêncio pode perdurar por vários anos, trazendo graves prejuízos à saúde física e mental da mulher. A raiva, a mágoa, a frustração são muitas vezes silenciadas pela mulher para a manutenção dos vínculos familiares. Considerando que o momento de "largar" o marido em função da violência sofrida havia passado porque o seu próprio tempo já passara. Já "velha", não tem condição de separar-se. Sente que deve deixar a agressão sexual no passado, mantendo em segredo a violência sofrida. O sentimento de fracasso conjugal e a situação de violência perpetrada por parceiro íntimo são aspectos que denotam como algumas mulheres tendem a se perceber de um modo pouco favorável. As freqüentes auto-recriminações tornam difícil a tarefa de identificar um saldo positivo em suas escolhas e realizações ao longo das etapas que antecederam à maturidade. Neste período, esta dificuldade vai ser configurada na queixa depressiva que as motivou a procurar tratamento. Conforme se pôde perceber, cada sentido relacionado à depressão fundamenta-se na construção de papéis sociais. Como propor alternativas às implicações desses papéis sem negligenciar a importância que representam em suas vidas? Este desafio aumenta, conforme os depoimentos, quando se considera que as mulheres aprenderam a atrelar seu valor pessoal à maternidade e ao casamento. Se a depressão está – ao menos em parte – relacionada às perdas e dificuldades enfrentadas, é preciso conferir crédito ao que vivenciaram em sua trajetória. Sem esse cuidado, o psicólogo no atendimento a mulheres na maturidade com diagnóstico de depressão tende a contribuir para a manutenção de estereótipos e preconceitos relacionados às dificuldades que enfrentam ao longo de seu ciclo de vida, marcadas, não raro, pela ausência de suporte social. Caso favoreça uma necessária acolhida à expressão dessas dificuldades, é possível que se depare com relatos de sofrimentos partilhados após anos ou décadas de segredo. POSTADO POR UMA MULHER


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Quinta-feira, 25.03.10


(Danuza Leão )
*Quantas mentiras nos contaram; foram tantas, que a gente bem cedo começa
acreditar, ainda por cima, se achar culpada por ser burra, incompetente e
sem condições de fazer da vida uma sucessão de vitórias e felicidades. *
*Uma das mentiras: que nós, mulheres, podemos conciliar perfeitamente as
funções de mãe, esposa, companheira e amante, e ainda por cima ter uma
carreira profissional brilhante. *

*É muito simples: não podemos. *

*Não podemos; quando você se dedica de corpo e alma a seu filho
recém-nascido, que na hora certa de mamar dorme e que à noite, quando devia
estar dormindo, chora com fome, não consegue estar bem sexy quando o marido
chega, para cumprir um dos papéis considerados obrigatórios na trajetória
de uma mulher moderna: a de amante. *

*Aliás, nem a de companheira; quem vai conseguir trocar uma idéia sobre a
poluição da Baía de Guanabara se saiu do trabalho e passou no supermercado
rapidinho para comprar uma massa e um molho já pronto para resolver o
jantar, e ainda por cima está deprimida porque não teve tempo de fazer uma
escova? *
*Mas as revistas femininas estão aí, querendo convencer as mulheres - e os
maridos - de que um peixinho com ervas no forno com uma batatinha cozida al
dente, acompanhado por uma salada e um vinhozinho branco é facílimo de
fazer - sem esquecer as flores e as velas acesas, claro, e com isso o casamento
continuar tendo aquele toque de glamour fun-da-men-tal para que dure por
muitos e muitos anos. *

*Ah, quanta mentira! *

*Outra grande, diz respeito à mulher que trabalha; não à que faz de conta
que trabalha, mas à que trabalha mesmo. No começo, ela até tenta se vestir
no capricho, usar sapato de salto e estar sempre maquiada; mas cedo se vão
as ilusões. *

*Entre em qualquer local de trabalho pelas 4 da tarde e vai ver um bando de
mulheres maltratadas, com o cabelo horrendo, a cara lavada, e sem um pingo
do glamour - aquele - das executivas da Madison. Dizem que o trabalho
enobrece, o que pode até ser verdade. *

*Mas ele também envelhece, destrói e enruga a pele, e quando se percebe a
guerra já está perdida. *

*Não adianta: uma mulher glamourosa e pronta a fazer todos os charmes -
aqueles que enlouquecem os homens - precisa, fundamentalmente, de duas
coisas: tempo e dinheiro. *

*Tempo para hidratar os cabelos, lembrar de tomar seus 37 anti-radicais
livres, tempo para ir à hidroginástica, para ter uma massagista tailandesa
e um acupunturista que a relaxe; tempo para fazer musculação, alongamento,
comprar uma sandália nova para o verão, fazer as unhas, depilação; e
dinheiro para tudo isso e ainda para pagar uma excelente empregada - o que
também custa dinheiro. *

*É muito interessante a imagem da mulher que depois do expediente vai ao
toalete - um toalete cuja luz é insuportavelmente branca e fria, retoca a
maquiagem, coloca os brincos, põe a meia preta que está na bolsa desde de
manhã e vai, alegremente, para uma happy hour. Aliás, se as empresas
trocassem a iluminação de seus elevadores e de seus banheiros por lâmpadas
âmbar, os índices de produtividade iriam ao infinito; não há auto-estima
feminina que resista quando elas se olham nos espelhos desses recintos. *

*Felizes são as mulheres que têm cinco minutos - só cinco - para decidir a
roupa que vão usar no trabalho; na luta contra o relógio o uniforme termina
sendo preto ou bege, para que tudo combine sem que um só minuto seja
perdido. *

*Mas tem as outras, com filhos já crescidos: essas, quando chegam em casa,
têm que conversar com as crianças, perguntar como foi o dia na escola,
procurar entender por que elas estão agressivas, por que o rendimento
escolar está baixo. *
*E ainda tem as outras que, com ou sem filhos, ainda têm um namorado que
apronta e sem o qual elas acham que não conseguem viver. Segundo um
conhecedor da alma humana, só existem três coisas sem as quais não se pode
viver: ar, água e pão. *
*Convenhamos que é difícil ser uma mulher de verdade; impossível, eu diria.
*Parabéns para quem consegue fingir tudo isso...




publicado por araretamaumamulher às 04:47 | link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito

Domingo, 18.10.09
Já falei um bocado sobre o modo como a mente se apega por meio de crenças, expectativas, e interpretações. E preciso toda uma vida para construir essas respostas condicionadas, mas desmantelá-las ocorre passo a passo. O presente é o momento certo para começar. Quando você se encontra em uma situação que está certa do desastre, perda magoa ou qualquer outro resultado negativo, lembre-se que para construir uma nova realidade, você precisa de novas estruturas mentais. As situações a que seu ego resiste com toda a força são precisamente aquelas que precisam ser abraçadas porque do ponto de vista espiritual, qualquer coisa que desmantele suas construções mentais limitadoras é benéfica. Você precisa romper com conhecido para permitir que o desconhecido entre.
As emoções são mais teimosas do que os pensamentos. A cola que apega você as suas velhas crenças e expectativas é a emoção. Sempre que você diz a si mesmo que não pode renunciar, está fazendo uma afirmação emocional. Na verdade você pode renunciar a qualquer situação em qualquer momento. “Eu não posso”, na verdade significa: “eu temo as conseqüências emocionais se o fizer” seu ego traça uma linha na areia e insiste em que você não vai sobreviver aos sofrimentos internos que surgirão caso a linha seja cruzada.
Vou dar um exemplo bem pratico: Meu casamento começou a ficar violento no terceiro ano, mais eu ainda persisti nele, durante mais nove anos, tive mais dois filhos nesse meio tempo. E fiz todo o possível, para jamais ter que sair dele. Eu temia o julgamento da sociedade, da minha família, e até do meu ex marido. Eu temia que o sofrimento que eu iria enfrentar fosse ainda maior do que o que estava vivendo. Eu não me imaginava vivendo de outra forma, que não fosse aquela. Eu me sentia merecedora, de tudo o que estava passando. É obvio que grande parte desse processo não é normalmente consciente. Mas a parte que você fica pensando no que vão dizer sobre a atitude que você vai tomar, é um processo bem consciente em todos nós, com certeza. Agora me diz: quem vai apanhar para você? Quem vai levar um prato de comida para os seus filhos? Quem vai limpar suas feridas tanto físicas como emocionais? Eu não encontrei ninguém, ao menos ninguém dos que eu me preocupava de como iriam me julgar.
Então tenho que reconhecer que uma poderosa limitação esta sendo auto-imposta por mim, nessa situação, e no fundo não é verdadeira.
Você vai sobreviver a qualquer emoção, seja ela o que quer que você acredite que seja medo demais, perda demais, humilhação demais, desaprovação demais, rejeição demais, já aconteceu. Você cruzou a linha muitas vezes, senão não saberia onde traçá-la. O seu ego está realmente dizendo é que você não quer cruzar a linha novamente. Do ponto de vista do espírito, porém, você não precisa fazê-lo.
Existe uma lei no inconsciente que faz com que o que você evita sempre volte, e quanto mais você o evita, mais forte é o retorno. As pessoas que juram que nunca mais vão sentir tanto medo, tanta raiva, tão arrasadas novamente, estão apenas se preparando para o retorno do medo, da raiva e da tristeza. A recusa de encarar esse fato cria muito sofrimento desnecessário.
Em vez de resistir a qualquer emoção, a melhor maneira de dispersa-la é entrar nela completamente, abraçá-la, e ver através de sua resistência.
Emoções dolorosas não retornam por motivos externos. Retornam porque fazem parte de você, você as criou antes de afastá-las. Cada emoção que você experimenta é sua.
Todos nós cometemos o erro de acreditar que alguma coisa “lá fora” nos deixa com medo, zangados, deprimidos, ansiosos e assim por diante. Na verdade os eventos “lá fora” são apenas estopins. A causa de toda emoção esta “aqui dentro”, o que significa que o trabalho interior pode curá-la.
Decidir á realizar o trabalho interior é o primeiro e mais importante passo. Mesmo depois de anos de cura emocional, haverá momentos em que você estará certo de que alguém é responsável por fazer com que você se sinta de uma determinada maneira.
A dedicação ao trabalho interior significa recusar-se a aceitar essa perspectiva, por maior que seja sua intensidade e freqüência.
Espiritualmente, você é o criador da sua realidade. Você e o interprete, o vidente, aquele que toma as decisões, aquele que escolhe o cenário e o enredo. Quando você descobrir que está sendo dominado por uma emoção negativa, tente em primeiro lugar liberá-la fisicamente, já que os efeitos corporais são metade ou mais daquilo que você está sentindo. Sempre que você vir que está traçando uma linha na areia pare de fazê-lo. Resistir só torna as coisas piores. Deixe a emoção aumentar. Libere-a através do choro, soltando gritos, perdendo as estribeiras, tremendo de medo, faça o que for necessário. As emoções vêm e vão.
Perceba que cada uma delas possui seu próprio ritmo, e permita-se fazer parte desse ritmo. A melhor maneira de não morrer afogado, é flutuar junto à onda.
À medida que você for dominando a arte da renuncia, com paciência, dedicação e amor, a sua realidade vai mudar. Ela não tem escolha.
As coisas “lá fora” sempre são espelhos do que está acontecendo “aqui dentro”. Vivendo o processo da renuncia, você perde muitas coisas do passado, mas encontra a si mesmo.
Não vai ser uma personalidade feita de crenças, expectativas e interpretações, pois essas coisas vêm e vão. Será uma personalidade permanente, enraizada na consciência e na criatividade. Uma vez que você tenha captado isso terá captado o mundo.
Não existem milagres em transformações humanas, é tudo muito lento, tudo no mesmo ritmo da vida, do pulsar do universo. Temos que aprender que transformações milagrosas, normalmente terminam milagrosamente também. O mais sábio é darmos tempo ao tempo, é sermos gentis e pacientes para conosco. E não desistirmos, se eu tivesse desistido, hoje não tenho duvidas já teria sido assassinada, ou estaria em um manicômio, apesar de existir tão pouco deles ultimamente.
Outra coisa que temos que ter em mente, é que quando assumimos nossa responsabilidade, não estamos nos fazendo culpados de nada. Não existe culpa, apenas responsável com certeza dá um medo danado sermos responsáveis, mais dá mais medo ainda entregar a responsabilidade nossas vidas a outro... Pense nisso...
Fique na Luz e na Paz
Fátima Jacinto
Uma Mulher.


publicado por araretamaumamulher às 14:44 | link do post | comentar | favorito

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