Sábado, 10.10.09
“As pessoas fracassam porque pensam objetivamente que podem fazer as coisas, mas não sabem subconscientemente que são capazes de fazê-las. É mais do que provável que, neste minuto a sua mente subconsciente esteja marcada por duvidas com relação á sua capacidade de ter êxito; e essas duvidam precisam ser removidas, caso contrário elas bloquearão seu poder quando você mais precisar dele.” Wallace D. Wattles, escreveu isso no século passado, quase ninguém leu, mais é precioso.

Se sua mente consciente achar que você quer uma coisa, mas o seu subconsciente achar que você não a merece (ou alimentar qualquer outra convicção limitante), você deixará de obter aquilo que deseja. Para ser mais exata você atrairá o que acha que não deseja. Na verdade você atrairá o que o seu subconsciente julga que é certo para você. Para atrair o que você quer, o seu subconsciente e o seu consciente precisam estar em harmonia.
“As suas crenças conscientes são o que você pensa que acredita. As suas crenças subconscientes e convicções mais profundas são o que você realmente acredita.”
Você tem em sua vida neste momento o que você quer pelo menos de um modo inconsciente.
Quando eliminamos nossas limitações pessoais, nossa expansão causa impacto sobre todos os que nos rodeiam, como a onda que se espalha em círculos cada vez maiores pela água. Sempre que qualquer um de nós dá um salto da expansão de suas fronteiras pessoais, aprofundando o seu senso de segurança interior, abrangendo uma parte maior da vida, toda a humanidade se expande.
O Guia do Pathwork, da o nome de imagem fixa as nossas crenças falsas e limitadoras sobre a vida. Essa crença errônea, cria no corpo uma energia presa, que resulta em emoções contrarias e atitudes defensivas que sustentam ainda mais a concepção errônea. Assim as imagens fixas definem e limitam a nossa realidade. As imagens passam a ser uma venda ou um par de óculos escuros que inibem e delimitam a visão e a experiência que temos da vida, impedindo-nos de abarcar a vida diretamente e na sua totalidade.
A imagem nasce da crença dualista de que alguns aspectos da vida são inseguros e que é preciso defender-se deles. A criança que um dia passou por uma decepção e uma dor especifica e fez uma generalização sobre a vida com base nessa experiência peculiar. Por exemplo, João constatou, na fase vulnerável da infância, que sua sexualidade exuberante mexia com a mãe e, ao mesmo tempo, era asperamente julgada por ela. Nessa época, ele não contava com a força do ego para sentir o choque e a dor da rejeição até o fim, e em vez disso reprimiu a reação e voltou-a contra ele si mesmo.
A criança não tem nada com que comparar sua experiência, ela conhece apenas a realidade de sua família. Assim é natural que conclua que a vida deve ser assim para todo mundo. João concluiu que sua sexualidade era inaceitável, não apenas para sua mãe, naquele caso; para tentar entender essa experiência, estendeu a todas as mulheres a expectativas de ter sua sexualidade rejeitada. A criança depois vai mais longe e conclui que deve reagir de determinada forma para impedir a dor futura.
João inconscientemente, concluiu que se refreassem os sentimentos sexuais, não precisaria sentir a dor de ser rejeitado pelas mulheres.
A principio é um grande choque descobrirmos como o “pensamento” imaturo da infância continua dominando uma parte tão grande da nossa mente e do nosso comportamento na idade adulta. Mas também é muito esclarecedor ver que nossas dificuldades atuais muitas vezes têm raízes na lógica infantil inconsciente. Uma vez revelado esse raciocínio infantil, temos uma oportunidade para desfazer o padrão. Enquanto isso continuamos inconscientemente encenando o padrão inexorável da recriação da experiência da infância na vida adulta.
Cada um de nós reage ás experiências negativas da infância de modo muito diferente, de acordo com a predisposição da alma. Algumas experiências infantis realmente colocam em risco o bem-estar físico, mental ou emocional da criança. Mas muitas situações que não têm essas características são percebidas como tais devido a amassaduras preexistentes da alma da criança. Um fato como o divorcio dos pais pode ser sentido como muito devastador do que de fato é.
Temos que entender que a criança pensa em termos absolutos e gerais. Essas conclusões ajudam-na a tentar entender e, portanto, são uma forma de defesa para ela não ser arrasada pelas experiências dolorosas. O adulto com um ego forte é capaz de abrir-se ás suposições inconscientes sobre a vida e investigar mais minuciosamente essas generalizações. Ele pode procurar localizar as experiências pessoais verdadeiras e especificas que deram origem ás imagens. E depois, com seu ego mais forte, pode reviver e assimilar a dor não sentida da infância que está por trás da falsa generalização.
As imagens podem ser simples generalizações. Com base nas experiências tidas com um pai cruel, concluímos: “Todos os homens são cruéis”. Com base nas muitas brigas familiares por causa de dinheiro, concluímos: “O dinheiro só traz problemas”.
Sempre que fazemos generalizações, em especial em relação a alguém com quem mantemos um relacionamento intimo, do tipo “Os homens sempre” – ou “Os homens nunca” – ou ainda “Você sempre” – ou “Você nunca” -, estamos em território das imagens da nossa infância, e não estamos reagindo de fato á situação atual. Estamos vendo o presente através das generalizações feitas com base em experiências infelizes do passado, que usamos para nos defender da dor da situação atual.
Fiquem na paz e na luz.
Fátima Jacinto
Uma Mulher.


publicado por araretamaumamulher às 14:27 | link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito

Quarta-feira, 07.10.09
É óbvio que livrar-e dos bloqueios interiores é o segredo que falta para você atrair tudo o que quiser. Como saber se você precisa se livrar de alguma coisa agora? Se você esta fazendo essa pergunta, provavelmente é porque precisa. Mas apenas responda com sinceridade:
-Você tem um problema recorrente na sua vida?
-Você já tomou uma decisão na noite de Ano-Novo e deixou de cumpri-la?
-Você está se sentindo frustrado com métodos de auto-ajuda que não deram certo?
-Você está com dificuldades de agir para conseguir o que deseja?
-Você tem a impressão de que alguma coisa está sabotando o seu sucesso?
Se for totalmente sincero, saberá que existe pelo menos uma esfera em sua vida que parece praticamente impossível de ser corrigida.
Pode ser a esfera da perda de peso. Você já experimentou dietas e se exercitou, mas o seu peso não diminuiu ou você voltou a engordar rapidamente. Está se sentindo um amaldiçoado.
Pode ser os relacionamentos. Você já tentou namorar, experimentou sites de encontros on-line, quem sabe já teve relacionamentos ou talvez até tenha se casado, mas o amor não perdura. Sempre acontece alguma coisa que acaba com o romance.
Ou então as finanças. Você teve vários empregos, mas nenhum deles o deixou realizado. Você não consegue encontrar a sua vocação, por mais orientadores vocacionais que procure ou currículos que redija. Você tem a impressão de que o mundo não está ajudando a realizar seus sonhos. Você está sempre sem dinheiro, e luta para ficar em dia com as contas.
Pode ser a saúde. Talvez você sofra de uma dor de cabeça constante, ou de algo mais complicado, como câncer ou problemas musculares. Quem sabe uma alergia, uma tosse persistente ou asma. Independentemente do que seja você tem a impressão de que não consegue se curar porque parece destinado a ter essa doença.
Por trás de todos esses problemas de obstrução está o sentimento de ser uma vitima. Você acha que o problema é seu, mas a causa está em outro lugar. A culpa é do seu chefe, dos vizinhos, do presidente, do governo dos terroristas, da poluição, do aquecimento global, do seu DNA, da Receita Federal ou até mesmo de Deus.
Conheci muito bem esse sentimento de obstrução na minha vida quando estava casada, e era espancada, humilhada, traída, e explorada diariamente. Eu achava que o mundo estava querendo me pegar. Estava com raiva de todos – dos meus pais, do sistema, da sociedade, da minha família, e até de Deus. Eu não merecia a vida que levava. Lutar para sair de onde estava, foi uma experiência angustiante, frustrante, por muitas vezes. Certamente nada disso era culpa minha. Eu era uma ótima esposa, ótima mãe, fazia tudo direitinho. Eu merecia outra vida.
Eu tinha um problema recorrente e não achava que eu fosse a causa. Eu culpava as circunstâncias externas. É o que quase todos nós fazemos quando chegamos a um muro e não conseguimos contorná-lo. O problema não somos nós mesmos; é o muro. Podemos ser bem-sucedidos em todas as outras esferas da vida, mas quando nos aproximamos dessa área especifica, estamos presos e não conseguimos enxergar uma saída.
Quando eu era espancada, diariamente, precisei examinar as minhas convicções. Compreendi que a principal razão pela qual eu era infeliz e enfrentava tantas humilhações era o fato de que eu esperava que as coisas fossem assim. Percebi que eu estava moldando a minha vida pela de pessoas que sofreram muito, e que na minha infância eu achava isso lindo, sofrer! Para mim era tão romântico.
As suas crenças conscientes são o que você pensa que acredita. As suas crenças subconscientes e convicções mais profundas são o que você realmente acredita.
Vou explicar como isso funciona na pratica:
Durante nossos primeiros anos, instintivamente rechaçamos o lado negativo das inevitáveis dualidades da vida. Recuamos diante das dores e decepções da infância, e concluímos que determinadas partes de nós mesmos e/ou determinados tipos de sentimentos são inaceitáveis. Dessa forma, negamos partes da nossa experiência, limitando assim a idéia de quem somos e do que podemos manejar.
Depois de sofrer algumas decepções, tentamos afastar a dor futura, fazendo determinadas generalizações sobre a vida, extraindo conclusões baseadas na nossa experiência particular e em nossas interações com nossos pais.
Todos nós, inconscientemente impomos ao mundo exterior nossas idéias limitadas a respeito da maneira como achamos que a vida funciona e como esperamos ser tratados, em grande parte com base na maneira como fomos tratados pelos nossos pais na primeira infância. Na maioria das vezes, nossas expectativas são confirmadas pela experiência, pois a realidade criada interiormente é muito persuasiva. Tendemos a ignorar o que não se enquadra, e somos atraídos por tudo aquilo que se enquadra nas nossas pré-concepções. Além disso, nossas reações e comportamentos defensivos, criados para respaldar as expectativas, normalmente garantem o resultado esperado. Assim, nossa realidade limitada se torna auto-reforçadora, um circulo vicioso. Esperamos uma determinada resposta negativa da vida e nos comportamos de acordo com essa expectativa. Quando a resposta esperada se concretiza, ela reforça a nossa conclusão errada inicial.
Como nossa autolimitação foi criada por nós, normalmente como reação á dor e as limitações infantis impostas pelos pais e pela família, o processo de resgate de todos os nossos eus precisa passar pela volta á infância. Ao sentir as mágoas da infância, fortalecemos a capacidade adulta de acolher os opostos.
Amanhã tem mais.
Fiquem na luz e na paz.
Fátima Jacinto
Uma Mulher.


publicado por araretamaumamulher às 13:48 | link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito

Quinta-feira, 01.10.09
Falo muito em imagem, em mascara, então hoje resolvi explicar o que é uma imagem, o que é uma mascara:
A imagem nasce da crença dualista ta de que alguns aspectos da vida são inseguros e que é preciso defender-se deles. A criança que um dia fomos passou por uma decepção e uma dor especifica e fez uma generalização sobre a vida com base nessa experiência peculiar.
A criança não tem nada com que comparar sua experiência ela conhece apenas a realidade de sua família. Assim é natural que conclua que a vida deve ser assim para todo o mundo.
Muitas imagens têm origem na infância, período de intensificação e permanente vulnerabilidade da alma.
Cada um de nós reage às experiências negativas da infância de modo muito diferente, de acordo com a predisposição. Algumas experiências infantis realmente colocam em risco o bem estar físico mental e emocional da criança. Um fato como o divorcio dos pais pode ser sentido como muito mais devastador do que de fato é.
A criança pensa em termos gerais e absolutos. Essas conclusões ajudam-na a tentar entender e, portanto, são uma forma de defesa para ela não ser arrasada pelas experiências dolorosas. O adulto, com um ego mais forte, é capaz de abrir-se ás suposições inconsciente sobre a vida e investigar mais minuciosamente essas generalizações. Ele procurar localizar as experiências pessoais verdadeiras e especificas que deram origem ás imagens. E depois, com seu ego mais forte, pode reviver e assimilar a dor não sentida da infância que está por trás da falsa generalização.
As imagens podem ser simples generalizações. Com base nas experiências tidas com um pai cruel, concluímos: “Todos os homens são cruéis”. Com base nas muitas brigas familiares por causa de dinheiro, concluímos: “O dinheiro só traz problemas.”
“Sempre que fazemos generalizações, em especial em relação a alguém com quem mantemos um relacionamento intimo, do tipo “os homens sempre”-ou” Os homens nunca “- ou ainda “Você sempre”-ou “Você nunca”- estamos no território das imagens de infância, e não estamos reagindo de fato á situação atual. Estamos vendo o presente através das generalizações feitas com base em experiências infelizes do passado, que usamos para nos defender da dor da situação atual.
O “raciocínio” envolvido no processo de criação de imagens não é racional, mas tem lógica emocional própria. Precisamos entrar na cabeça da criança interior para entender como essas falsas crenças se consolidaram como base de nossas reações emocionais aos outros, mesmo que nossa inteligência adulta nos diga que essas conclusões, racionalmente, não tem sentido.
Muitas vezes nos envergonhamos da criança que vive em nós. Podemos já não se lembrar dos processos de raciocínio infantis, e podemos ter esquecido há muito as experiências ou impressões que levaram a essas conclusões erradas. Mas a sensação de vergonha permanece.
Precisamos “perceber que o sentimento de culpa nada mais é do que a rejeição do estado em que você se encontra neste momento, indicando que você não esta disposto a aceitar a si mesmo como é agora.” Todo o crescimento começa com a aceitação do que é verdadeiro agora o nosso respeito, incluindo nossas emoções e nossos comportamentos irracionais e limitadores, e as imagens subjacentes que determinam essa forma desorientada e travada de reagir à vida.
Fiquem na luz e na paz
Fátima Jacinto
Uma Mulher


publicado por araretamaumamulher às 16:08 | link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito

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