Quinta-feira, 15 de Abril de 2010

Vamos seguir os passos da violência contra a mulher e assim aprender que a violência não é apenas aquela que deixa as marcas roxas em nossos corpos. Embora a marca roxa não seja a única forma, ela é a mais expressiva e visível. A marca roxa nos revela que o nosso corpo sofreu um dano, ou seja, um beliscão, uma pancada, uma porrada, um golpe, um "murro", uma bofetada...e assim as mãos que acaricia é aquela que mata, que espanca, que fere. Os pés chutam e a boca morde. Vamos adiante seguindo a violência porque nossos corpos seguem com as marcas roxas. Então, as bocas se beijam, as línguas se entrelaçam, mas a boca fala e a linguagem também humilha e a marca roxa re-aparece, porque a raiva foi jogada dentro do corpo... E a marca roxa não cessa, se repete na minha ancestralidade, na minha avó, na minha mãe, em mim, na minha filha, na minha relação amorosa com outra mulher, na minha vulnerabilidade, no meu grito, no meu desespero... E a marca roxa desaparece quando encontro a dignidade que foi perdida quando eu desapareci no espelho. POSTADO POR UMA MULHER



publicado por araretamaumamulher às 13:30 | link do post | comentar | favorito

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