Domingo, 23 de Agosto de 2009
Todos têm algo a dizer sobre Deus. Algumas pessoas afirmam que são indiferentes á ideia de Deus. Não têm esperança de vir a saber se Deus existe e, assim, preferem não perder tempo com o assunto. Outras são passionais quando tratam do tema - ou à maneira ateia, ou teísta e sectária. Os passionais estão convencidos de que estão certos e, por vezes, demonstram certo desprezo, explicito ou velado, por quantos são de outra crença.
Independentemente da exaltação ou da indiferença das pessoas, parece raro que alguém mude o ponto de vista de uma outra pessoa por meio de argumentos; entretanto, as pessoas mudam de crença e podem, depois, adotar de modo exaltado pontos de vista que antes desaprovavam de modo também exaltado.
Os que duvidam as vezes dizem que não podem entender de que modo um Deus onipotente e que a tudo ama poderia aceitar tanta infelicidade e injustiça no mundo. Amiúde, essas pessoas começaram acreditando que o mundo fosse cruel e injusto, e então terminaram em alguma forma de ateísmo, achando que chegaram a essa conclusão por via lógica.
Outros acreditam em Deus, porém, entre os bilhões que acreditam,deve haver milhões de crenças diferentes sobre a natureza de Deus. Até entre os cristãos a variedade de crenças e práticas é enorme. O que fazer com essa confusão? De que modo entênde-la?
Existe duas razões principais para a grande diferença entre as pessoas no que concerne a isso. A primeira é que as imagens especifica formadas na infância determinarão a natureza dos sentimentos e suposições inconscientes que teremos sobre Deus quando formos adultos.
Antes que possamos ter esperança de dizer algo de valor sobre o tema, temos de primeiro examinar a natureza de nossas suposições inconscientes a esse respeito.
Evoluímos por estágios em nossa relação com Deus, à proporção que passam por uma vida e por muitas vidas. Esses estágios se desenvolvem primeiramente a partir de uma crença ingênua e superticiosa, passando pelo ceticismo e pela descrença, até chegar por fim a uma crença nova e fundamentada que se purificou da supertição. À proporção que os seres humanos amadurecem nos estágios do desenvolvimento, a relação que têm com Deus muda muito.
Aprendemos como a natureza de nossa oração deve mudar, à medida que compreendemos com mais clareza quem somos na relação que temos com Deus.
Amanhã tem mais meus amigos
Fiquem na Luz e no Amor
Maria de Fátima uma Mulher...


publicado por araretamaumamulher às 15:06 | link do post | comentar | favorito

2 comentários:
De Ana Lucia Nicolau a 25 de Outubro de 2009 às 09:10
é, falar sobre Deus, fé, religião é sempre muito complicado...
abs


De Ebrael Shaddai a 25 de Outubro de 2009 às 11:49
Fátima, alguns apontamentos apenas:

A expressão de uma idéia tão arraigada é estritamente pesoal. E pq acho isso?? Pq a palavra DEIS denota algo "superior" ao homem, e o egocentrismo do homem, mesmo que veladamente, com teor "rebelde", procura reprimir qqer idéia de algo acima do seu umbigo.

A palavra DEUS denota uma "Ordem" sobrenatural. Sim, sobrenatural, pois o natural ao homem é viver sem regras definidas, na sua "liberdade" mal-acabada e mal-definida. Ele é escravo de sua "liberdade", e a ordem dessa liberdade é a não-subserviência.

Todo excesso (ou de privações oude exageros) carrega uma noção intrínseca de culpa, de fardo a ser carregado eternamente. E isso é ser escravo, na minha opinião particular.

DEUS é a ordem acima, e o homem se debate qdo acha que não têm condições de atingir esse equilíbrio eterno, de que somos meros espectadores (pelo menos como tais agimos).

Mas como provar que Deus é ordem, se ele mesmo existir?? Se tomarmos a analogia da formiga, em que para uma formiga somos todo-poderosos, gigantes, detentores do poder de vida e morte delas, ao menos para um formiga em particular, poderíamos aferir Deus como sendo qualquer coisa superior a nós e sobre a qual não temos controle algum: natureza, desastres naturais, sistema solar, sol, Universo. E em todos eles há ordem, há uma lei,mesmo no caos. Tudo é matematicamente previsível, só não descobrimos ainda as equações dessa "matemática" divina. Não descobrimos a "Equação de Deus", pois na matemática há ORDEM.

Ao ser humano desregrado, instável, sem lei, não pode haver leis, não pode haver Deus. Aos que se prendem em um esquema apenas de uma lei menor, mundana, também não haverá Deus, pois que para esse não há lei maior do que a qual ele crê ser aúnica.

Os fanáticos, ora céticos ora alucinados, seriam os últimos a se encaixarem em qualquer ordem a que chamássemos, seja qual fosse ela, de Deus.

Bjs Fátima!!


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