Quarta-feira, 18 de Novembro de 2009
Alienação parental é a criação de uma relação de caráter exclusivo entre a criança e um dos genitores, com o objetivo de banir o outro genitor.
Uma criança totalmente alienada, neste contexto, é a criança que não quer ter qualquer tipo de contato com um dos progenitores e que expressa apenas sentimentos negativos sobre esse pai e ou essa mãe, e somente positivos sobre o outro. Esta criança perdeu completamente o alcance da totalidade dos sentimentos que uma criança normal nutre por ambos os progenitores.
Ao progenitor que age no sentido de criar esta relação exclusivista com a criança chamamos "progenitor alienante". Ao progenitor excluído chamamos "progenitor alienado".
Os efeitos nas crianças vítimas da síndrome da alienação parental são devastadores.
No imediato, a criança sente os efeitos de uma enorme perda. A sua magnitude só é comparável á morte de um dos pais, o avô e a avó, e os familiares próximos e amigos, todos de uma só vez.
A médio prazo, a contínua ausência do progenitor alienado (e avós, familiares e amigos) traduzir-se-á naquele conhecido sentimento de que "faltou sempre qualquer coisa". O que se perdeu irremediavelmente foi à interação no dia-a-dia, a aprendizagem, o apoio e o amor que naturalmente flui dos pais e avós.
A investigação reporta que estas crianças agem duma forma difusamente transtornada, evidenciando ansiedade, tensão, depressão e doença psicossomática. São mais impacientes e nervosas e menos capazes de conceitualizar situações complexas – com as quais terão necessariamente que se confrontar na vida adulta.
Infelizmente, a alienação de um dos progenitores pode tornar-se tão forte que resulta em comportamentos de grande inadaptação.
Este parece ser o preço emocional a pagar pela criança vítima da síndrome de alienação parental.
Os investigadores constatam que o progenitor alienante, utiliza tanto meios explícitos como contidos, tais como a lavagem cerebral ou a indução, mentir acerca do pai ou/mãe, estabelecendo um sutil pacto de abandono se a criança não se aliar a ela.
Alienação parental é a criação de uma relação de caráter exclusivo entre a criança e um dos genitores, com o objetivo de banir o outro genitor.
Uma criança totalmente alienada, neste contexto, é a criança que não quer ter qualquer tipo de contato com um dos progenitores e que expressa apenas sentimentos negativos sobre esse pai e ou essa mãe, e somente positivos sobre o outro. Esta criança perdeu completamente o alcance da totalidade dos sentimentos que uma criança normal nutre por ambos os progenitores.
Ao progenitor que age no sentido de criar esta relação exclusivista com a criança chamamos "progenitor alienante". Ao progenitor excluído chamamos "progenitor alienado".
Os efeitos nas crianças vítimas da síndrome da alienação parental são devastadores.
No imediato, a criança sente os efeitos de uma enorme perda. A sua magnitude só é comparável á morte de um dos pais, o avô e a avó, e os familiares próximos e amigos, todos de uma só vez.
A médio prazo, a contínua ausência do progenitor alienado (e avós, familiares e amigos) traduzir-se-á naquele conhecido sentimento de que "faltou sempre qualquer coisa". O que se perdeu irremediavelmente foi à interação no dia-a-dia, a aprendizagem, o apoio e o amor que naturalmente flui dos pais e avós.
A investigação reporta que estas crianças agem duma forma difusamente transtornada, evidenciando ansiedade, tensão, depressão e doença psicossomática. São mais impacientes e nervosas e menos capazes de conceitualizar situações complexas – com as quais terão necessariamente que se confrontar na vida adulta.
Infelizmente, a alienação de um dos progenitores pode tornar-se tão forte que resulta em comportamentos de grande inadaptação.
Este parece ser o preço emocional a pagar pela criança vítima da síndrome de alienação parental.
Os investigadores constatam que o progenitor alienante, utiliza tanto meios explícitos como contidos, tais como a lavagem cerebral ou a indução, mentir acerca do pai ou/mãe, estabelecendo um sutil pacto de abandono se a criança não se aliar a ela.
O ideal seria prevenir a alienação. E por isso que é recomendado pelos especialistas a retirada da criança da esfera de influencia do progenitor alienante, logo que se identifica a alienação.
Pois a experiência revela que o comportamento do genitor alienador não para enquanto o mesmo não atingir seu grau mais grave. As condutas vão se sofisticando, e sendo adaptadas às diferentes idades dos filhos, que passam a ficar cada vez mais enredados nessa situação alienante. Infelizmente, se não detectada a tempo, o menor torna-se maior, muitas vezes bem maior, e chega à idade adulta ignorando o mal que lhe foi causado. E, assim, pode, na casa dos 30, 40 ou 50 anos de idade, dar conta de que perdeu uma vida inteira afastado do outro genitor, que, ao contrário do que lhe era informado, nutria pelo filho alienado muito amor, respeito e carinho. E aí já se foi uma vida toda de tristeza, frustração e sensação de abandono de ambas as partes, do filho alienado e do pai (ou mãe) alijado.
A prática da alienação parental, infelizmente, é bastante freqüente. Tanto que, no último dia 8 de agosto, foi publicada no Diário Oficial da União uma Lei de autoria do senador Cristovam Buarque que altera a LDB (Lei de Diretrizes e Bases de Educação) obrigando as escolas a enviar a ambos os pais, se separados, todas as informações sobre o filho, tais como boletins, informativos, etc.
Para alívio de muitos pais e mães, a impunidade para esse tipo de crime está chegando ao fim. No âmbito do Direito de Família, aguarda-se com ansiedade a aprovação desse projeto de lei. Uma vez sancionada, a nova lei deverá surtir efeitos imediatos. Muitos genitores que passaram ou passam anos agindo incólumes, finalmente passarão a ser punidos não só com pena de responsabilização civil e criminal, mas também sofrerão com multas, perda da guarda e até do poder familiar.


publicado por araretamaumamulher às 10:06 | link do post | comentar | favorito

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