Sexta-feira, 11 de Setembro de 2009
Hoje decidi postar alguns comentarios que estão no site Patricia Galvão, e também uma entrevista com Maria da Penha muito esclarecedora.
Amanha comentaremos sobre isso. Hoje leiam e pensem.

“É um engano achar que só marido pobre bate no filho e na mulher“Em uma das oficinas com autores de violência, um participante falou: ‘olha, eu pratico violência, eu não quero praticar, só que não sei o que fazer com isso’. Um segundo acrescentou: ‘sou compulsivo em termos de violência contra a mulher, preciso de ajuda’. Outros homens demoram para reconhecer a agressão doméstica como violência, acham que violência é outra coisa, por exemplo, dar tiro na rua.”
Fernando Acosta, psicólogo

“Queremos que as mulheres se fortaleçam, saiam da posição de vitimização. E que os homens expressem suas fragilidades. Em geral, os homens não falam de seus sentimentos. Muitos consideram essa fala como sinal de falta de masculinidade. Trabalhamos com os homens, estimulando que eles reflitam acerca de suas fraquezas e seus impulsos. Queremos que eles se conscientizem de que há outras formas de resolução de conflito. Tentamos mostrar que a violência doméstica também é ruim para eles.”
“A violência doméstica contra a mulher prejudica toda a família. Sofrem os filhos, as filhas, os parentes próximos e até mesmo o autor da violência.”
Malvina Muszkat, psicóloga do Pró-Mulher, Família e Cidadania

“As pessoas precisam rever muitos valores. Por exemplo, há quem ache que violência contra as mulheres é legítima em certas situações. Isso precisa ser discutido. Toda violência é, por princípio, ilegítima.”
Simone Diniz, médica e coordenadora do Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde

“A violência doméstica está associada com patologias reais. As mulheres em situação de violência tendem a apresentar problemas de saúde de diversos tipos, problemas mentais, depressão e até propensão ao suicídio. Elas também fazem menos papanicolaou, fazem menos sexo seguro.”
“Nossa aposta é que o serviço de saúde tenha mais consciência da violência doméstica e ajude a encaminhar as mulheres para outros serviços da rede de atenção. O serviço de saúde também pode ser um espaço de escuta e de acolhimento. Inclusive, essa escuta é boa para o próprio serviço, pois se a violência doméstica não se resolve vira um círculo vicioso: a mulher vai e volta.”
Ana Flávia P.L. d’Oliveira, pesquisadora do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP

“Nas oficinas com os homens, percebemos que a ‘identidade masculina’ vê a violência como algo quase natural, quase como sinônimo da masculinidade. Homem que é homem, manda. O objetivo do nosso trabalho é desnaturalizar essa violência que vai desde obrigar a companheira a servir a comida até ter relações sexuais forçadas.”
“Estamos percebendo que ser homem também não é muito fácil, porque nos pautamos por um modelo preestabelecido. Desfazer esse modelo é, ao mesmo tempo, abrir mão de certos privilégios. Só que esses privilégios não são tão privilégios assim. Ter o poder acaba nos vitimizando também.”
“Ao trabalhar com autores de violência, a gente compreende que eles não são agressores vinte e quatro horas por dia. Eles podem e devem passar por um processo de responsabilização do seu ato. Eles podem mudar de comportamento.”
“As oficinas com homens dão resultados: um participante contou que no final da refeição, se levantou e foi lavar os pratos junto com a companheira. Antes, ele acabava de comer e ia ver televisão.”
Sérgio Barbosa, Pró-Mulher, Família e Cidadania

“Começamos a refletir sobre os ‘custos da masculinidade’. Ser homem tem as suas benesses, é claro. A gente vive em um mundo ainda dominado pelo patriarcado, mas esse mundo também tem os seus custos. As estatísticas mostram que os homens, até vinte e nove anos, morrem mais por questões de violência.”
“A violência não é natural. É um comportamento aprendido. Quando um menino apanha na escola de outro menino, ele recebe mensagens dentro da sua casa: ‘amanhã, você vai lá e morde ou bate nele também’. Com isso, acabamos criando uma cultura da violência. A violência fica tão banalizada, que determinadas atitudes violentas passam como não sendo.”
“Acredito que a violência doméstica possa ser prevenida. Tanto que os nossos esforços estão no trabalho com os homens jovens. Porque é nessa faixa etária que eles estão formando suas primeiras relações afetivas, tendo as suas primeiras relações sexuais. É um momento propício para a reflexão e a construção de o que é ser homem”.
Marcos Nascimento, coordenador de projeto do Instituto Promundo

“Para prevenir as DSTs, a gente tem um instrumento: a camisinha. Para prevenir a violência, a gente faz o que? Não dá para pôr todo mundo na cadeia. Então temos que encontrar novas saídas. Uma delas é mostrar a violência doméstica na mídia. Isso irá estimular que as pessoas pensem. Homens e mulheres precisam encontrar caminhos para a resolução de conflito.”
“Trabalhamos com os homens na perspectiva de compreender como é que se constitui a masculinidade dominante. O objetivo é tentar pensar outros modelos, outras possibilidades de comportamento, que não o violento”.
Sandra Unbehaum, coordenadora de projeto da Ecos - Comunicação em Sexualidade

“Esta é uma grande vitória para todas as brasileiras e brasileiros que sofrem com as agressões físicas, morais e psíquicas dentro do convívio familiar. Espero que agora, os agressores pensem duas vezes antes de levantar a mão para uma mulher e assim, buscar alternativas para que o convívio doméstico seja harmônico.”
Iara Bernardi, deputada federal, após a sanção da Lei 10.886/04, que tipifica a violência doméstica no Código Penal Brasileiro, um projeto de sua autoria.

“O racismo e o sexismo são gêmeos univitelinos.”
Heleieth Saffioti, socióloga, em IstoÉ, ed. 1812, reportagem de capa, seção Brasil, 30/06/04.

“As pessoas envolvidas na relação violenta devem ter o desejo de mudar. É por esta razão que não se acredita numa mudança radical de uma relação violenta , quando se trabalha exclusivamente com a vítima. Sofrendo esta algumas mudanças, enquanto a outra parte permanece o que sempre foi, mantendo seus habitus, a relação pode inclusive, tornar-se ainda mais violenta. Todos percebem que a vítima precisa de ajuda, mas poucos vêem esta necessidade no agressor. As duas partes precisam de auxílio para promover uma verdadeira transformação da relação violenta.”
Heleieth Saffiotti, socióloga, em seu livro Gênero, patriarcado, violência.


“Só quando fica insuportável é que a mulher quebra a barreira do silêncio.”
Marta Rocha, delegada e presidente do Conselho da Mulher no Rio, em IstoÉ, ed. 1812, reportagem de capa, seção Brasil, 30/06/04.

“A tese é de um grau de ridículo que, se não fosse trágico, seria cômico. É uma covardia individual apoiada em uma covardia social.”
“A honra, nesse raciocínio, é só do homem. É como se depois do casamento a mulher fosse um prolongamento desse sujeito. Ele deposita nela um bem que é dele.”
Wânia Pasinato, socióloga da USP, em Época, 09/02/04.

“A lei é muito clara: para caracterizar violenta emoção, é preciso que o sujeito aja logo na seqüência de uma injusta provocação da vítima. Ou seja, no ato. E a realidade mostra que os crimes passionais são premeditados com bastante antecedência.”
“Os assassinos passionais premeditam o crime, são muito violentos e em 100% dos casos confessam à sociedade o que fizeram. Eles precisam mostrar que lavaram a honra.”
Luiza Nagib Eluf, procuradora de Justiça do Ministério Público de São Paulo e autora do livro A Paixão no Banco dos Réus.

“Para alguns (homens), a prática de atos cruéis é a única forma de se impor como homem.”
Alba Zaluar, antropóloga do Núcleo de Pesquisa das Violências na Universidade Estadual do Rio de Janeiro.

“Chegam para a vítima e dizem para ela que é uma ação penal condicionada à representação. Você acha que ela, depois de ter sido violentada, tem condições de tomar uma decisão?”
Maria Amélia de Almeida Teles, da União de Mulheres de São Paulo.

“É o descrédito em relação a uma solução possível.”
Maria das Graças Pereira de Mello, presidente da Comissão da Mulher Advogada da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), sobre o fato de a vítima desistir de denunciar seu agressor ao perceber a morosidade da Justiça e da polícia.

“Precisamos erradicar todas as formas de violência contra a mulher, que hoje ainda sofre com a violência silenciosa, praticada na esfera doméstica.”
Luiz Flávio Borges D’Urso, presidente da OAB-SP.

“Além de aceitar como naturais algumas práticas de violência sexual, a sociedade tem medo de envolvimento no crime e não sabe que a denúncia pode ser anônima.”
Karina Figueiredo, vice-coordenadora do Cecria (Centro de Referência, Estudos e Ações sobre Crianças e Adolescentes).

“A mídia tem um papel fundamental para a sensibilização da sociedade em relação a esse assunto (violência sexual contra crianças), que sempre foi tabu. Os meios de comunicação podem mostrar como o problema se apresenta e conscientizar sobre a responsabilização do agressor. A partir daí, a sociedade passará a denunciar ainda mais e cobrar a apuração dos casos.”
Carlos Basilia, coordenador de projetos do Instituto Brasileiro de Inovações em Saúde Social (Ibiss), integrante da Secretaria Executiva do Fórum Permanente de Enfrentamento da Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes do Estado do Rio de Janeiro.

"A violência é tão corriqueira que muitos homens não a identificam. É uma geração que foi criada para não levar desaforo para casa."
Fernando Acosta, psicólogo.

"A violência não é natural. É um comportamento aprendido."
Marcos Nascimento, coordenador de projeto do Instituto Promundo.




Entrevista com Maria da Penha




Inspiradora da lei, Maria da Penha ainda combate violência contra a mulher

Instituições devem informar mulheres sobre seus direitos, diz Maria da Penha

Instituições devem informar mulheres sobre seus direitos, diz Maria da Penha
Na madrugada de 29 de maio de 1983, a cearense Maria da Penha Maia Fernandes dormia tranquilamente em sua cama. Era um domingo e a farmacêutica de 38 anos sabia que o dia seguinte seria longo. Mas o descanso da dona de casa, então mãe de três filhas, foi subitamente interrompido por um susto e um gosto de chumbo na boca. Ela ainda não sabia, mas acabara de levar um tiro de espingarda do próprio marido.
Alegando que a casa havia sido assaltada, Marco Antônio Heredia tentou enganar a mulher e os vizinhos. Não conseguiu. Sua condenação, no entanto, ainda consumiria 20 anos de luta. Antes disso, ele tentaria matá-la novamente. De volta para casa, depois de quatro meses no hospital, Maria da Penha havia ficado paraplégica e, mesmo assim, Heredia tentou eletrocutá-la durante um banho.
Ícone na luta pelos direitos das mulheres, Maria da Penha conseguiu com a sua história fazer Justiça para si e conquistar mais proteção para todas as companheiras. Vinte e três anos após a primeira tentativa de homicídio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei 11.340/06, de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher: a Lei Maria da Penha, que completou três anos na última sexta-feira (7/8).
Conheça um pouco mais sobre a vida da ativista que até hoje luta pelo cumprimento do direito das mulheres, atuando como colaboradora de honra na Coordenadoria da Mulher da Prefeitura de Fortaleza.

Última Instância – Como a senhora decidiu que deveria lutar pelos direitos das mulheres vítimas de agressão doméstica?

Maria da Penha –A minha luta começou a partir do momento que eu fui agredida mortalmente, em 1986. Eu comecei a buscar Justiça e então a decepção com o poder judiciário fez com que eu permanecesse vinte anos em prol da condenação do meu agressor. Eu me senti vítima pela lentidão com que tudo aconteceu na Justiça. Mas as coisas mudaram depois que conseguimos denunciar o Brasil no Comitê Interamericano de Direitos Humanos por negligência no tratamento da violência doméstica no país.

Última Instância – Por que o julgamento demorou tanto?

Maria da Penha – A Justiça se usou de artifícios protelatórios para que o crime chegasse à prescrição e sobre isso o país vai ter que responder também internacionalmente.

Última Instância – Como foi o processo da denúncia no Comitê Interamericano?

Maria da Penha – Bem, na minha luta por Justiça tive a sorte de encontrar em determinado momento um representante do CeJil (Centro pela Justiça e pelo Direito Internacional), que analisou o meu processo e então nós decidimos juntos denunciar o Brasil.

Última Instância – Sobre a sua história, como aconteceu a primeira agressão por parte de seu marido?

Maria da Penha – As agressões do meu marido eram agressões psicológicas. As agressões físicas, elas existiam mais em relação aos meus filhos, como uma maneira de me atingir diretamente. E só não acontecia uma agressão muito diretamente a minha pessoa, porque eu conseguia driblar esses momentos. Mas a minha vida era um tormento, como é a vida de muitas mulheres do país que ainda convivem com seus agressores.

Última Instância - Houve algum indício de violência antes do casamento?

Maria da Penha – Não, nenhum. Nenhum indício. Eu me casei porque ele era uma pessoa querida demais pelos amigos, pelos meus amigos também. Era uma pessoa assim de bons tratos. Se mostrava educado, muito compreensivo. Uma pessoa companheira.

Última Instância – Depois de quanto tempo ele começou a mostrar um comportamento diferente?

Maria da Penha – Esse indício [de agressividade] só começou a se apresentar depois de quatro ou cinco anos de casada. Depois do nascimento da minha segunda filha, quando ele obteve a naturalização, porque ele era estudante de origem colombiana. Aliás, o casamento foi importantíssimo para que ele se naturalizasse brasileiro. A partir daí que ele mostrou a sua verdadeira face.

Última Instância – Houve uma tentativa de homicídio. Como a situação chegou a esse ponto?

Maria da Penha – Eu estava dormindo e acordei com um tiro que foi dado nas minhas costas e que quase me levou a morte. Eu não sabia... eu pensei que tivesse sido ele, mas essa idéia foi desfeita quando eu soube que a versão dada para esse tiro que recebi tinha sido uma tentativa de assalto. Essa versão foi dada pelo meu agressor. Somente cinco meses depois disso, quando eu voltei pra casa do hospital, foi aí que eu tomei conhecimento, através de outras pessoas que já estavam sabendo, que ele havia simulado o assalto para que parecesse crime premeditado.

Última Instância – Depois houve uma segunda tentativa.

Maria da Penha – Sim. Quando eu voltei do hospital, depois de passar quatro ou cinco meses hospitalizada, ele foi me apanhar (sic) e me levou para casa, dizendo que a partir daquele momento não queria que nenhum familiar ou amigo interferisse na nossa vida. Então, nesse período eu fiquei em cárcere privado, durante quinze dias, que foi quando ocorreu a segunda tentativa de homicídio. Quando ele propositadamente danificou o chuveiro elétrico e eu percebi ao entrar no banheiro que estava dando choque. Eu gritei pela moça que morava comigo, e ela me acudiu e me tirou do banho.

Última Instância – A senhora perguntava o porquê da violência gratuita? O que ele dizia?

Maria da Penha – Para ele, não precisava argumento, era simplesmente querer. Se ele acordava de mau-humor já começava agredindo. Se ele chegava de mau-humor, já chegava agredindo. Muitas vezes eu pedi para me separar, ele nunca aceitou.

Última Instância - E por que a senhora nunca chegou a denunciá-lo?

Maria da Penha – Denunciar onde?

Última Instância – Depois de 19 anos, seu ex-marido finalmente foi condenado a 10 anos de reclusão, mas só ficou preso por dois anos. Foi uma condenação justa?

Maria da Penha – Esse fato não compete a mim falar. O que eu gostaria de dizer é que independente de ele ter cumprido dois anos, só dois anos, e estar hoje em liberdade, o importante é que a lei trouxe a intenção de proteger a mulher a partir desse caso.

Última Instância – Depois da lei, por que muitas mulheres continuam não denunciando?

Maria da Penha – Hoje, com a lei, você vê que muitas mulheres estão denunciando sim, mas onde a lei funciona. Por que de que adianta você não ter uma delegacia da mulher, não ter um centro que lhe apóie ou um movimento de mulher? Alguma coisa, uma promotoria que entenda sobre a lei e que acolha essa mulher? Qual é a mulher que vai denunciar se não tem os equipamentos da lei para protegê-la?

Última Instância – Muitas delas ainda têm muito medo. Para incentivá-las a denunciar, o que deveria ser feito?

Maria da Penha – Claro, o papel da sociedade, o papel dos movimentos sociais, o papel das instituições que acreditam na lei, que estão aplicando a lei, têm esse papel de informar as mulheres que elas agora têm direto. Direito de viver sem violência. E são eles que devem mostrar o caminho que elas possam adquirir isso. O papel da imprensa é muito importante. É preciso que as escolas, as empresas onde elas trabalham, as casas onde elas trabalham, as pessoas em geral que têm conhecimento sobre a lei, que repassem as informações para elas.

Última Instância – Em alguns casos, a mulher denuncia e não obtém resposta por parte da Justiça. Como esse processo entre a vítima, o agressor e as autoridades poderia ser melhorado?

Maria da Penha – Pois é. É exatamente esse movimento de mulheres da sua cidade, de estar denunciando, colocando isso na imprensa. Dizendo que aquele município não tem a estrutura para atender a mulher vítima de violência e que precisa de atenção. Ela tem que ligar pro 180, que é um telefone gratuito da Secretaria de Políticas Especiais para as Mulheres, e colocar essa informação, denunciar essa informação.

Última Instância - Qual é o momento em que a mulher se dá conta que a situação chegou no limite?

Maria da Penha – Quando ela decide ir a uma delegacia. É a gota d’água.

Última Instância - E quando foi a gota d’água na sua história?

Maria da Penha – Não existia nada na época em que eu fui agredida, então eu não percebi esse momento. Eu sabia que eu tinha que sair da relação, procurei pelos meios que existiam, de conversar e levar a um advogado, mas eu não consegui nada porque ele sempre recusou a separação.
Que a luz esteja com você
Ararêtama uma Mulher.


publicado por araretamaumamulher às 12:52 | link do post | comentar | favorito

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